9.1.09

O código da inteligência




Neste Natal eu ganhei de presente o livro do Dr. Augusto Cury, “O código da inteligência”. Estou lendo a prestações. Sempre quando tenho um tempo eu leio um pouco. Ele descreve os códigos do eu como gestor psíquico, da intuição criativa, da autocrítica, do altruísmo, da resiliência (superação de crises).

O autor trás também as armadilhas da mente que bloqueia a nossa inteligência. Os códigos que o livro fala são capazes de estimular a juventude e os adultos a libertarem a criatividade, a expandir a arte de pensar, desenvolver a saúde psíquica e a excelência profissional. Garanto a você que o livro não é de auto-ajuda. Ele ajuda a abrir a cabeça para novos conhecimentos.

Mudando de assunto, durante o dia eu leio vários tipos e notícias. Dá vontade de compartilhar a maioria delas com vocês. Mas essa eu tenho que registrar aqui no blog. Foi publicado hoje na coluna do Ancelmo Góis do jornal O Globo uma nota sobre o quadro do Fantástico “Manda quem pode obedece quem tem juízo”, sobre orçamento em Família. Nesta edição estamos acompanhando a família Amorim, pai, mãe e três filhas adolescentes, em que por um mês as contas da casa estão sendo geridas pela filha Ingryd. Mas que, vendo o programa, o presidente da Cedae (equivalente a Caesb em Brasília), Wagner Victor, estranhou que não aparecia despesa com água. O que ele fez. Mandou uma equipe técnica e descobriu um gato na casa dos Amorim e de mais 20 vizinhos. O orçamento da família que já era difícil de controlar, agora que vai estourar.

3 comentários:

Lanier Rosa disse...

Gostei da indicação. Só aproveito para questionar a postura de uma grande maioria contra livros de auto ajuda. Será que ninguem mais por aí precisa de ajuda? De conhecer-se? Não veria nenhum problema se o fosse. Não tenho problema algum em reconhecer-me ser humano em formação.

Breno Barros disse...

Eu vejo que o preconceito aos livros de auto-ajuda fica entorno dos próprios conceitos que eles relatam nos livros. Como naquele ditado: "Faço o que eu digo, mas não façam o que eu faço"...

mariane disse...

Achei o livro muito bom e uma leitura obrigatória para quem gosta deste tipo de literatura, pena que o Autor perde um pouco a credibilidade quando faz citações em todas as páginas de trechos de seus próprios livros. (propaganda mesquinha e sem nenhuma relação com o texto lido). Uma pena.